sábado, 9 de janeiro de 2021

 dos ruídos 

 das sombras

  dos ventos que voamos

selvagem me deito no furacão.

Respiro o tumulto 

arrasto no asfalto as ideias

escombro as palavras sonho

perfuro as imagens e penduro no varal

deixo secar e recolho no pôr do sol.

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